Idioma Inglês: a extrema importância das crianças o dominarem

Idioma Inglês: a extrema importância das crianças o dominaremActualmente, é duma importância extrema o domínio escrito e falado da língua inglesa. O Inglês constitui praticamente, embora formalmente assim não seja enunciado como tal, o idioma universal, aquele que qualquer um, em qualquer parte do mundo, deverá dominar, se quiser ter sucesso nesta era de Globalização.

O Inglês conseguiu o estatuto de ser invariavelmente a alternativa à língua de origem de qualquer país, depois de há décadas atrás, o Francês parecer estar à frente nessa corrida, ou mesmo o Português e o Castelhano terem sido artistas primários da Globalização, nos tempos idos em que Tordesilhas nos prometeu meio mundo.

Seria espectável que um idioma construído artificialmente, logo não experimentado por qualquer população que o usasse para viver, para trabalhar, até para amar e sofrer, nunca poderia vir a constituir uma língua franca, conforme as aspirações de Ludwik Lejzer Zamenhof, ao tentar moldar o Esperanto para esse propósito. O Esperanto nunca vingou, e hoje é quase unânime que a tal língua franca para toda a população mundial é o Inglês.

Se já no passado, era imperdoável nalgumas profissões a não completa fluência do Inglês: aos políticos, jornalistas e apresentadores, hoje em dia, generalizou-se essa necessidade a quase todas as profissões, e até não profissões … nos anos de escolaridade mais avançada, o não domínio do Inglês é uma grave desvantagem com que o aluno se pode deparar, dado que os assuntos mais actuais, a última palavra sobre qualquer tema, geralmente é primeiramente escrita em INGLÊS.

Na Informática, o conhecimento do Inglês é essencial. Se os sistemas operativos e as principais aplicações de produtividade são já hoje localizadas para Português (é só esperar algum tempo após o lançamento do software na versão original em Inglês), muitas outras aplicações de software, algumas que poderão fazer a diferença em termos de produtividade, não são traduzidas para Português, e o utilizador, tem mesmo que dominar os conceitos, os menus, e os textos da ajuda na língua de Sua Majestade.

Se além disso, pensarmos que a grande fonte de informação actualmente é a Internet, e que esta é esmagadoramente constituída por textos em Inglês, então está mais que justificada a necessidade de incentivarmos os nossos filhos desde bem pequenos a aprenderem este idioma.

Como nem todos temos a possibilidade de permitir às nossas crianças desde tenra idade o acesso a escolas bilingues onde se habituem a falar o inglês, o que tem sido fortemente apontado por especialistas como uma porta de entrada para o sucesso no mundo globalizado, resta-nos aproveitar iniciativas como esta do Magalhães para fazer com que tomem contacto com o Inglês através da Internet, consubstanciado com alguma ajuda em casa e com material didáctico nesta língua.

Mas para os apoiarmos precisamos estar relativamente à vontade com a língua de Shakespeare.

Em casa, poderemos realizar aulas juntos no horário que a oportunidade nos permitir, e ao ritmo que nos for possível, daí a sugestão dos Cursos de Inglês da BBC, o que só pela entidade que os tutela já é uma garantia de qualidade.

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3 comentários a “Idioma Inglês: a extrema importância das crianças o dominarem”

  1. […] sequência dos argumentos que foram aqui enumerados quanto à importância de saber falar e escrever Inglês fluentemente, ocorreu-nos este toque de humor, presente neste vídeo de uma campanha publicitária, e que atesta […]

  2. Eurico Ribeiro diz:

    Acho muito certo que a aprendizagem de uma “língua franca” se inicie na infância . Agora mais certo é ainda, que se for introduzida na 1ª classe ou na pré-escola, estaremos a condenar a nossa língua materna a prazo, até porque é mais difícil e “não está na moda”. Mais, num mundo cada vez mais utilitarista e economicista, se seguirmos este caminho poderemos ponderar que daqui a 10 anos, se comece a inverter o ensino da língua, ou seja passará o inglês a ser a língua oficial em Portugal, e o português opcional… tal como em Malta!
    Tenho quatro razões contra esta visão, que é perigosa:
    1 – A dependência cultural, mental e económica começa na perda da língua materna.
    2 – O mundo anglo-saxónico está em queda, se olharmos para a situação financeira dos EUA, que apenas começou, não sei se o inglês será a tal língua franca daqui a 20 anos.
    3 – A língua portuguesa, que por ser difícil e o resultado de mais de 900 anos de aculturação, nos permite ver o mundo com muito mais profundidade do que o mundo monocromático e tecnocrático escrito e falado em inglês. O inglês é redutor, de tal modo que as elites em inglaterra aprendem grego e latim…
    4 – O Português ainda não é passado (só se o quisermos, mas felizmente temos o Brasil e Angola que o não deixará caír, porque lhes serve de factor de diferenciação), pois temos uma palavra na CPLP que pode ser futuro, dado o colapso financeiro que se espera do mundo falado em inglês que poderá arrastar o castelhano. Ou então teremos que aprender mandarim…

    Solução: devería-se começar a ensinar o inglês como o castelhano (porque são duas das línguas mais faladas, tal como a nossa), só após de ter sido efectuada a iniciação à leitura do português nas escolas. O aprender a escrever e ler deve ser sempre, e repito sempre, na língua materna. Só depois se pode ministrar a língua estrangeira e se ela for bem ensinada por exemplo dos 10 aos 18 anos com seguimento curricular até à universidade, estou certo que teremos boas condições para dominar essa língua. Não esquecer a nossa boa aptência natural para línguas estrangeiras, ao contrário por exemplo dos nossos vizinhos espanhois ou os franceses… A não ser que a verdadeira razão seja o negócio, tal como os fogos que serviram para a compra de meios de combate aos incêndios por privados, a criminalidade anómala para as empresas de segurança privada e agora a “grande necessidade do inglês” para o crescimento das escolas privadas de línguas!

  3. Miti diz:

    Sr. Eurico Ribeiro,

    Li com muita atenção o que o Sr. escreveu e não posso deixar de lhe dizer, que o Sr. fala, e com muita razão que a nossa lingua não pode, nem deve de ser esquecida.
    Agora quanto à altura em que o Sr. acha que deve ser iniciada uma segunda lingua, já não posso concordar.
    Sou imigrante. Fui com 5 anos para os E.U.A, e foi lá que eu comecei a escola, obviamente que a primeira lingua que eu aprendi a ler e escrever foi o inglês, mas nunca esqueçendo a minha lingua materna, o Português. Na minha casa sempre se falou em português e inclusivé mais tarde comecei a frequentar uma escola portuguêsa tambêm para que eu nunca esquecesse a mina lingua.
    Bom isto à conclusão de quê quanto mais cedo se aprende uma segunda lingua melhor. Para que não aconteça como me aconteceu a mim no segundário, estar a ensinar as minhas professoras, que alem de não saberem o que quer dizer certas e determinadas coisas, têm o que pode dizer uma pronuncia “HORROROSA” que não tem outra expressão. Acho que são um mau exemplos para os nossos filhos.

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