Impressões sobre o Magalhães na sala de aula

Impressões sobre o Magalhães na sala de aula

Magalhães na sala de aula” height=”153″ width=”200″ alt=”Impressões sobre o Magalhães na sala de aula”/>Um mês após a distribuição nas escolas (as poucas privilegiadas) dos primeiros Magalhães, alguns órgãos de comunicação social visitaram essas escolas e foram aferir como os portáteis ditos portugueses têm vindo a ser utilizados em ambiente de sala de aula. José Sócrates tinha estado na Escola Padre Manuel Cruz, em São Mamede de Infesta – Matosinhos, porventura para honrar a origem da fábrica que produz os Magalhães. O JN e a TSF foram lá um mês depois.

A TSF dá conta que os docentes reclamam a falta de alguns programas, que os pais reclamam do peso do Magalhães, mas que os alunos só têm a “dizer bem” do portátil azul e branco.

O Bruno é uma das crianças de S. Mamede de Infesta que já tem o Magalhães, e leva-o todos os dias para a escola, mesmo não sendo necessário.

Quando acabamos os trabalhos a professora deixa mexer um bocadinho no Magalhães.

Bruno

Para que a atenção das crianças não se desvie da matéria a aprender, os professores têm estado a utilizar o Magalhães apenas duas ou três vezes por semana. E fazem uso dele como forma de motivação para as crianças.

O JN visitou uma sala de aula, que na altura estava ligeiramente escurecida, precisamente para melhor se poderem visualizar as projecções no quadro grande. Vinte e quatro crianças concentravam-se nos pequenos monitores do Magalhães. A matéria dizia respeito à Matemática e o objectivo era escrever por extenso os números que o programa indicava. Os alunos cumpriam a tarefa sem grandes dificuldades.

Um mês bastou para que a máquina quase não tenha segredos para as crianças. São alunos do quarto ano e a maior parte já estava habituada às novas tecnologias. No entanto, o Magalhães tornou-se rapidamente no seu objecto preferido. Afinal, aquele é o primeiro computador deles e não é dos pais ou da escola.

As aulas ficaram mais divertidas, muito mais divertidas. Fazemos jogos que nos ensinam coisas ao mesmo tempo. É mais fácil.

Luana.

Gosto mais das aulas com o Magalhães. Sei que também temos de continuar a escrever nos cadernos mas não gosto tanto.

Tiago

No computador é mais rápido e fácil de escrever e também é mais divertido.

Francisca

Segundo a professora, Sónia Santos, os alunos foram conquistados pelo Magalhães, que ao jogarem e a brincarem nem têm consciência de que estão de facto a aprender. Acham que é uma coisa menos formal e assimilam melhor os conhecimentos.

A docente revela anda que também alguns pais estão a beneficiar do Magalhães pois os alunos transmitem o que aprendem na escola aos progenitores não tão habituados à informática.

Por último, a docente Sónia Santos revelou ainda que num caso especial de um seu aluno que com Trissomia 21 o Magalhães tem sido fantástico, tendo-se tornado no “instrumento número um e conferindo-lhe autonomia pois ele não escrevia de forma manuscrita, mas agora já consegue escreve no computador e fá-lo bastante bem”.

fontes: JN e TSF

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