Dinheiro do magalhães

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dinheiro do magalhãesDemos-lhe já aqui notícia da venda de 25 mil portáteis Magalhães para o México, venda essa apadrinhada por um agora acérrimo defensor dos pequenos portáteis que viram a luz do dia nas fábricas da então JP Sá Couto, em Matosinhos.

Não, não voltamos ao assunto da internacionalização do Magalhães para o México, para voltar a falar de Paulo Portas, pois o engulho de ter que passar a apreciar o portátil luso que outrora ostracizou, é com toda a certeza, o menor dos problemas atuais, do ainda (será?) ministro dos negócios estrangeiros português.

Retomamos o tema para lhe darmos conta de uma interessante cifra que nos tempos que correm, muito vem ajudar ao atual clima de necessidade financeira do país.

Com este negócio do Magalhães no México, Portugal vai encaixar 600 mil euros.

A prova provada de que os célebres e malfadados para muitos, computadores Magalhães, que foram uma das imagens de marca da governação do anterior primeiro-ministro, José Sócrates, a par talvez da microgeração de energia e do Simplex, continuam a gerar receita para o erário público português.

Oxalá, atualmente, conseguissemos criar e desenvolver outras ideias tão pouco originais com esta!

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