Portátil Magalhães agrada a Gregos e Troianos

Magalhães agrada a Gregos e Troianos” height=”172″ width=”220″ alt=”Portátil Magalhães agrada a Gregos e Troianos”/>O Portátil Magalhães parece estar destinado a agradar a Gregos e Troianos, imitando o que o navegador que lhe deu nome também fez no século XVI. Senão veja-se: Fernão Magalhães acabou por deixar contentes portugueses e espanhóis aquando da sua circunavegação à volta do mundo. Agradou-nos a nós dado ter reclamado o feito enquanto português que era, e a Espanha, uma vez que foi ao serviço de Castela que deu a volta ao mundo. Actualmente, o Portátil Magalhães parece seguir-lhe as pisadas …

O Magalhães, já se sabe, contará com dual boot, trazendo de origem o Windows XP da Microsoft, e a distribuição Linux da Caixa Mágica, adoçando a boca quer aos seguidores da empresa de Richmond, quer aos defensores do software livre. Mas não é só … até no início da sua distribuição o Magalhães parece que muito diplomaticamente vai deixar todos agradados … ou quase todos.

Tínhamos dado aqui conta que na próxima terça feira, Sabrosa, considerada (pelo menos até há pouco tempo atrás) a terra natal do navegador Fernão de Magalhães, tinha sido escolhida para marcar o início da entrega dos Magalhães, no âmbito do programa e-escolinha. Adiantamos até com alguma probabilidade, que a cerimónia poderia decorrer na Escola Miguel Torga (EB 2/3 de Sabrosa).

Na altura, também referimos que a naturalidade do navegador é uma questão que actualmente se encontra em aberto, com Ponte da Barca e a própria cidade do Porto, a juntarem-se a Sabrosa como eventuais berços de Fernão Magalhães (ver notícia no Público).

Entretanto, o DN anunciou ontem que os primeiros Magalhães irão para outros locais além de Sabrosa. Precisando mesmo que serão 282 as unidades a serem entregues, e que serão divididos por Paredes, Matosinhos, Resende, Amadora, Castelo Branco e Portel, além de Sabrosa.

Assim sendo, este é mais uma achega para o carácter contemporizador do computador que imita quem lhe deu nome, não hostilizando nenhuma da partes. Sendo a cerimónia em Sabrosa, Ponte da Barca receberá também os primeiros Magalhães.

O Porto é que ficou de fora, mas provavelmente não estará entre os Gregos e Troianos a quem será preciso agradar, pois já pode reclamar para si a naturalidade de muitos outros vultos portugueses: Infante D. Henrique, Almeida Garrett, Júlio Dinis, Francisco de Sá Carneiro, Sophia de Mello Breyner … e tantos outros.

Fernão de Magalhães é oriundo de Ponta da Barca e deu nome a este computador. Não podia estar mais satisfeito com esta entrega. A educação é uma aposta muito importante da nossa parte e por isso, para além da satisfação que é receber os primeiros computadores, decidimos avançar com este apoio.

Vassalo Abreu, presidente da câmara de Ponte da Barca

A câmara municipal de Ponte da Barca vai investir 22 500 euros em noventa kits de acesso à Internet para alunos carenciados.

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18 comentários a “Portátil Magalhães agrada a Gregos e Troianos”

  1. Rosa Silveira diz:

    Boa tarde
    Sou mãe de de um miudo de 8 anos que frequenta o 3ºano da primaria, gosta de saber como posso adquririr o magalhães , porque não consigo obter nenhuma informação sobre ele na escola do meu filho.
    .

  2. Elisabete Vilela diz:

    Bom dia,
    O meu comentário é parecido com a maioria, já que também n sei mto bem como adquirir o magalhães. Qto ao comentário do Sr. Marco Cannondale tenho a dizer que as crianças de Vila Real têm a mm reacção ao portátil que as de Lisboa. Afinal querem todos o mesmo. Porque Vila Real só é mais pequeno e tem mais qualidade de vida que Lisboa. A diferença é que aqui n há gente a dormir nas entradas dos prédios. Já em Lisboa n se pode dizer o mm. Obrigado pela atenção

  3. Jorge Pinho diz:

    Este programa do e.-escolinha, não é mais do que uma chachada do nosso (?) 1º ministro que faz negociatas com empresas protegidas pelos nossos governantes. Negociatas pagas com o dinheiro dos contribuintes do nosso país.
    Para estas negociatas há dinheiro,…agora para as coisa realmente necessárias não há dinheiro porque estamos em crise.
    E o desemprego continua a crescer……..
    Não discordo que o estado contribua para a aqusição de computadores, mas discordo que o faça nos moldes em que o faz.
    O s nossos governantes parecem não se lembrar que com estas negociatas com empresas suas protegidas estão a lançar no desemprego muitos proprietários e empregados de pequenas lojas de informatica que não vendem porque o estado quer que as pessoas comprem ás TMN e afins e aos seus afilhados.
    Se os nossos governantes querem , na realidade, ajudar as pessoas na aquisição de um computador, que o façam, mas noutros termos.
    Na minha opinião sería:
    As pessoas dirigiam-se a uma loja, compravam o computador e apresentavam a factura, que sería comparticipada pelo estado…..isto sim sería um método isento por parte do nosso governo.
    Nos moldes actuais, e na minha opinião, não passa de corrupção.

    ABAIXO A ESTAS CAMPANHAS DE PROTEÇÃO AOS AFILHADOS DOS NOSSOS GOVERNANTES.

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