A fábrica dos primeiros computadores portáteis portugueses a construír no Freixieiro, em Matosinhos não servirá apenas as 500 mil crianças do primeiro ciclo em Portugal. A intenção da joint venture JP Sá Couto/Prológica, com o parceiro internacional Intel, é exportar a tecnologia e os equipamentos, e a Venuzuela pode ser um desses primeiros destinos.
Luís Cabrita, responsável da Prologica, assegurou ao Diário Económico, e à margem da apresentação oficial do programa Magalhães, a sua vocação exportadora, e o primeiro-ministro José Sócrates também confidenciou existirem já contactos com vários países não só para vender o Magalhães mas também o programa.
Um desses países pode bem ser a Venezuela, no âmbito da troca comercial de petróleo por produtos e serviços portugueses. Mas o certo é que a Prologica, pela voz do seu responsável, garantiu estar o consórcio já em negociações com três continentes: África, Europa e América Latina. Sem adiantar qualquer país em concreto, Luís Cabrita espera poder brevemente anunciar uma grande encomenda.















19-Agosto-2008 às 14:55
[...] para a exportação do computador portátil Magalhães para a Venezuela. Já aqui tinhamos dado nota anteriormente destas movimentações, e esperemos que esta visita contribuam para que se consuma a exportação para o país de Hugo [...]
21-Agosto-2008 às 13:11
[...] A produção do Portátil Magalhães está a … Portátil Magalhães cumpre vocação ultramarina e pode chegar à Venezuela [...]