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	<title>Comentários em: Idioma Inglês: a extrema importância das crianças o dominarem</title>
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	<description>O primeiro computador portátil português feito para as crianças do primeiro ciclo (e-escolinhas)</description>
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		<title>Por: Miti</title>
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		<dc:creator>Miti</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 21:53:51 +0000</pubDate>
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		<description>Sr. Eurico Ribeiro,

Li com muita atenção o que o Sr. escreveu e não posso deixar de lhe dizer, que o Sr. fala, e com muita razão que a nossa lingua não pode, nem deve de ser esquecida. 
Agora quanto à altura em que o Sr. acha que deve ser iniciada uma segunda lingua, já não posso concordar. 
Sou imigrante. Fui com 5 anos para os E.U.A, e foi lá que eu comecei a escola, obviamente que a primeira lingua que eu aprendi a ler e escrever foi o inglês, mas nunca esqueçendo a minha lingua materna, o Português. Na minha casa sempre se falou em português e inclusivé mais tarde comecei a frequentar uma escola portuguêsa tambêm para que eu nunca esquecesse a mina lingua. 
Bom isto à conclusão de quê quanto mais cedo se aprende uma segunda lingua melhor. Para que não aconteça como me aconteceu a mim no segundário, estar a ensinar as minhas professoras, que alem de não saberem o que quer dizer certas e determinadas coisas, têm o que pode dizer uma pronuncia &quot;HORROROSA&quot; que não tem outra expressão. Acho que são um mau exemplos para os nossos filhos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr. Eurico Ribeiro,</p>
<p>Li com muita atenção o que o Sr. escreveu e não posso deixar de lhe dizer, que o Sr. fala, e com muita razão que a nossa lingua não pode, nem deve de ser esquecida.<br />
Agora quanto à altura em que o Sr. acha que deve ser iniciada uma segunda lingua, já não posso concordar.<br />
Sou imigrante. Fui com 5 anos para os E.U.A, e foi lá que eu comecei a escola, obviamente que a primeira lingua que eu aprendi a ler e escrever foi o inglês, mas nunca esqueçendo a minha lingua materna, o Português. Na minha casa sempre se falou em português e inclusivé mais tarde comecei a frequentar uma escola portuguêsa tambêm para que eu nunca esquecesse a mina lingua.<br />
Bom isto à conclusão de quê quanto mais cedo se aprende uma segunda lingua melhor. Para que não aconteça como me aconteceu a mim no segundário, estar a ensinar as minhas professoras, que alem de não saberem o que quer dizer certas e determinadas coisas, têm o que pode dizer uma pronuncia &#8220;HORROROSA&#8221; que não tem outra expressão. Acho que são um mau exemplos para os nossos filhos.</p>
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		<title>Por: Eurico Ribeiro</title>
		<link>http://www.portatilmagalhaes.com/ingles/idioma-ingles-a-extrema-importancia-das-criancas-o-dominarem/comment-page-1/#comment-546</link>
		<dc:creator>Eurico Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 11:09:45 +0000</pubDate>
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		<description>Acho muito certo que a aprendizagem de uma &quot;língua franca&quot; se inicie na infância . Agora mais certo é ainda, que se for introduzida na 1ª classe ou na pré-escola, estaremos a condenar a nossa língua materna a prazo, até porque é mais difícil e &quot;não está na moda&quot;. Mais, num mundo cada vez mais utilitarista e economicista, se seguirmos este caminho poderemos ponderar que daqui a 10 anos, se comece a inverter o ensino da língua, ou seja passará o inglês a ser a língua oficial em Portugal, e o português opcional... tal como em Malta!
Tenho quatro razões contra esta visão, que é perigosa: 
1 - A dependência cultural, mental e económica começa na perda da língua materna.
2 - O mundo anglo-saxónico está em queda, se olharmos para a situação financeira dos EUA, que apenas começou, não sei se o inglês será a tal língua franca daqui a 20 anos.
3 - A língua portuguesa, que por ser difícil e o resultado de mais de 900 anos de aculturação, nos permite ver o mundo com muito mais profundidade do que o mundo monocromático e tecnocrático escrito e falado em inglês. O inglês é redutor, de tal modo que as elites em inglaterra aprendem grego e latim...
4 - O Português ainda não é passado (só se o quisermos, mas felizmente temos o Brasil e Angola que o não deixará caír, porque lhes serve de factor de diferenciação), pois temos uma palavra na CPLP que pode ser futuro, dado o colapso financeiro que se espera do mundo falado em inglês que poderá arrastar o castelhano. Ou então teremos que aprender mandarim...

Solução: devería-se começar a ensinar o inglês como o castelhano (porque são duas das línguas mais faladas, tal como a nossa), só após de ter sido efectuada a iniciação à leitura do português nas escolas. O aprender a escrever e ler deve ser sempre, e repito sempre, na língua materna. Só depois se pode ministrar a língua estrangeira e se ela for bem ensinada por exemplo dos 10 aos 18 anos com seguimento curricular até à universidade, estou certo que teremos boas condições para dominar essa língua. Não esquecer a nossa boa aptência natural para línguas estrangeiras, ao contrário por exemplo dos nossos vizinhos espanhois ou os franceses... A não ser que a verdadeira razão seja o negócio, tal como os fogos que serviram para a compra de meios de combate aos incêndios por privados, a criminalidade anómala para as empresas de segurança privada e agora a &quot;grande necessidade do inglês&quot; para o crescimento das escolas privadas de línguas!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho muito certo que a aprendizagem de uma &#8220;língua franca&#8221; se inicie na infância . Agora mais certo é ainda, que se for introduzida na 1ª classe ou na pré-escola, estaremos a condenar a nossa língua materna a prazo, até porque é mais difícil e &#8220;não está na moda&#8221;. Mais, num mundo cada vez mais utilitarista e economicista, se seguirmos este caminho poderemos ponderar que daqui a 10 anos, se comece a inverter o ensino da língua, ou seja passará o inglês a ser a língua oficial em Portugal, e o português opcional&#8230; tal como em Malta!<br />
Tenho quatro razões contra esta visão, que é perigosa:<br />
1 &#8211; A dependência cultural, mental e económica começa na perda da língua materna.<br />
2 &#8211; O mundo anglo-saxónico está em queda, se olharmos para a situação financeira dos EUA, que apenas começou, não sei se o inglês será a tal língua franca daqui a 20 anos.<br />
3 &#8211; A língua portuguesa, que por ser difícil e o resultado de mais de 900 anos de aculturação, nos permite ver o mundo com muito mais profundidade do que o mundo monocromático e tecnocrático escrito e falado em inglês. O inglês é redutor, de tal modo que as elites em inglaterra aprendem grego e latim&#8230;<br />
4 &#8211; O Português ainda não é passado (só se o quisermos, mas felizmente temos o Brasil e Angola que o não deixará caír, porque lhes serve de factor de diferenciação), pois temos uma palavra na CPLP que pode ser futuro, dado o colapso financeiro que se espera do mundo falado em inglês que poderá arrastar o castelhano. Ou então teremos que aprender mandarim&#8230;</p>
<p>Solução: devería-se começar a ensinar o inglês como o castelhano (porque são duas das línguas mais faladas, tal como a nossa), só após de ter sido efectuada a iniciação à leitura do português nas escolas. O aprender a escrever e ler deve ser sempre, e repito sempre, na língua materna. Só depois se pode ministrar a língua estrangeira e se ela for bem ensinada por exemplo dos 10 aos 18 anos com seguimento curricular até à universidade, estou certo que teremos boas condições para dominar essa língua. Não esquecer a nossa boa aptência natural para línguas estrangeiras, ao contrário por exemplo dos nossos vizinhos espanhois ou os franceses&#8230; A não ser que a verdadeira razão seja o negócio, tal como os fogos que serviram para a compra de meios de combate aos incêndios por privados, a criminalidade anómala para as empresas de segurança privada e agora a &#8220;grande necessidade do inglês&#8221; para o crescimento das escolas privadas de línguas!</p>
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	<item>
		<title>Por: Vídeo sobre a importância de falar Inglês &#124; Portátil Magalhães</title>
		<link>http://www.portatilmagalhaes.com/ingles/idioma-ingles-a-extrema-importancia-das-criancas-o-dominarem/comment-page-1/#comment-516</link>
		<dc:creator>Vídeo sobre a importância de falar Inglês &#124; Portátil Magalhães</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 07:21:20 +0000</pubDate>
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		<description>[...] sequência dos argumentos que foram aqui enumerados quanto à importância de saber falar e escrever Inglês fluentemente, ocorreu-nos este toque de humor, presente neste vídeo de uma campanha publicitária, e que atesta [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] sequência dos argumentos que foram aqui enumerados quanto à importância de saber falar e escrever Inglês fluentemente, ocorreu-nos este toque de humor, presente neste vídeo de uma campanha publicitária, e que atesta [...]</p>
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