Magalhães para aluno ver, mexer, e entregar

Magalhães para aluno ver, mexer, e entregar” height=”159″ width=”220″ alt=”Magalhães para aluno ver, mexer, e entregar”/>Durante a semana passada, foram várias as entregas de Magalhães em escolas por todo o país. José Sócrates chegou mesmo a apadrinhar uma entrega de Magalhães numa escola de Ponte de Lima. Acabada a cerimónia de entrega, os portáteis tiveram de ser devolvidos pelos alunos, o que segundo algumas fontes, gerou frustração nas crianças, a quem faltaram à verdade dizendo que os portáteis tinham de ser devolvidos por terem “problemas de bateria”.

Entretanto, a Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) garantiu já que o facto dos portáteis terem sido entregues e ficado na escola, deveu-se “única e exclusivamente à metodologia adoptada” pelos respectivos professores do Centro Escolar de Freixo, em Ponte de Lima.

Pelos vistos, nas palavras da directora da DREN, os professores dessa escola optaram por trabalhar mais intensivamente a socialização dos alunos com os computadores e, por isso, decidiram que nesta fase inicial aquela ferramenta ficaria na escola.

O Ministério da Educação (ME), também já reagiu em declarações à Lusa, sustentando que “a escola fez mal”, “só tem que entregar os computadores às crianças”.

Em Ponte de Lima foram também entregues Magalhães às crianças da Escola de Refóios, que já estão a ser levados para casa pelas crianças.

O facto de reter os portáteis e estudar e ensaiar uma introdução eficaz dos mesmos no contexto de sala de aula, só pode ser considerada positiva, uma vez que será das dinâmicas de sala de aula que resultarão os efeitos mais benéficos da iniciativa Magalhães, mas dada a extrema ansiedade com que as crianças os aguardam, torna-se difícil mantê-las mais tempo sem os poderem utilizar … isto dizemos nós. 😉

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5 comentários a “Magalhães para aluno ver, mexer, e entregar”

  1. Rui Da Costa Rolo diz:

    Até que enfim que as verdades vêm ao de cima.
    É bom pensar que a VERDADE BOIA no meio de varios anos de mentiras e de desinformação.
    Cidadão atento e preocupado

  2. Carlos Oliveira diz:

    Não será bem assim, parece que não está nesse concelho ainda determinado o preço a pagar pelos alunos que beneficiam dos diferentes escalões de acção escolar.
    Sendo assim, não é possível entregar algo que ainda não foi pago, nem se sabe o preço. A pergunta subjacente e ainda maior é porquê que são os professores os responsáveis por essas cobranças e entregas.
    Não deveria ser a empresa que fabrica os Magalhães a tratar das entregas e cobranças?

  3. José Carlos Pereira diz:

    Todos os dias vejo notícias sobre a entrega dos “Magalhães”. Felizes as crianças que têm essa possibilidade de ter e aprender com as novas tecnologia. Acontece que, as crianças do 1º Ciclo, pertencentes ao Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Santo André ainda não têm essa possibilidade, pois as professsoras estão a boicotar a sua inscrição, alegando que não têm que ser elas a fazer todo o processo de inscrição! Apenas estão a recolher os dados pessoais dos Encarregados de Educação, mas depois retêm os papeis na “gaveta”. É pena, pois assim, as nossas crianças não poderão ter, mexer …………e aprender com o Magalhães. Se essa possibilidade fosse dada aos Pais, de certeza que o processo andaria normalmente, com mais ou menos dificuldades, apesar de parecer que os 5 passos a seguir no processo de inscrição ser algo difícil e por vezes bloqueia.
    Assim, nem todas as crianças vão ter o Magalhães por falta de vontade dos Professores!!

  4. Luís Santos diz:

    Mais uma trapalhada do “nosso” Eng.º da Independente e do Ministério da Informação/Desinformação.
    O grande problema desta trapalhada é que os PC’s custam dinheiro e quem arcaria com os custos seroam os operadores de telecomunicações (TMN, Vodafone e Optimus). Este custo acabaria por ficar pago caso os destinatários dos Magalhães subscrevem-se o serviço de acesso à Internet, só que isso não tem tido muita adesão e portanto há que atrasar o processo ou de preferência pará-lo, porque os operadores estão a perder dinheiro.
    Depois há mais um problema que tem que ver com a formação dos professores para trabalhar com este “brinquedo”. Vão ter de dispensar do seu tempo para a formação e não deverão estar muito interessados… Não será por acaso que os papéis ficam na gaveta. A eles não lhes interessa despachar isso, mas mesmo que despachem isso vai emperrar mais acima.

  5. Consciência diz:

    É uma pena que o Sr. José Carlos Pereira fale do que não sabe. A inscrição poderia ser feita pelos encarregados de educação no site e-escolinhas, basta para tal que os Srs encarregados de educação se mexam, contudo não me parece que dentro do horário previsto para o trabalho individual dos professores esteja contemplado “trabalho de secretária”. Tal como o Sr. referiu, a inscrição é demorada pois bloqueia várias vezes, como tal deve perceber que a inscrição de 24 alunos levá bastante tempo, prejudicando e influenciando o tempo destinados à preparação de aulas, correcção de trabalhos, escrita de relatórios, entre outras coisas que os professores têm de fazer e o comum dos mortais não sabe nem reconhece. Informo-o ainda que para se efectuar a inscrição dos alunos para o “precioso” Magalhães as escolas serviram-se de forma abusiva e sem qualquer esclarecimento do NIF dos professores em questão. Ora apraz-me lembra-lo que o NIF é um número pessoal e intransmissível e que apenas deveria ser utilizado em caso pessoal.
    Quero ainda acrescentar que mais importante que uma criança ter um magalhães ou não o ter e sentir-se discriminada por tal é possuir esse sentimento quando um colega tem lanche e ele não tem, quando uma colega tem roupa adequada à epoca e ele não tem, quando os colegas têm material escolar em excesso e ele tem-no em falta.
    Vamos dar importância a coisa bem maiores. É que a realidade da maioria das escolas não é bem aquela que está à volta do vosso umbigo.
    Eu não faço parte dos info-excluídos e trabalho muito com as TIC, e sinceramente “lixa-me”, que gente que muitas vezes deposita os filhos na escola e quando chegam a casa os deposita frente à televisão, para não os chatearem muito, venham “arma-se aos cucos” e fazer acusações infundadas contra um classe inteira. Certamente que nos vossos empregos há bons e maus profissionais, como tal tenham algum distanciamento quando atiram pedras ao ar, pois podem ser atingidos em cheio. Relativamente à impressão deixada pelo Luís Santos, no que concerne à formação dos professores a questão não é que não a queiramos fazer, até porque nós temos e devemos fazer formação anualmente, o problema é que deveria ter havido uma planificação de todo o processo, tal como os professores o fazem em relação às suas aulas.
    1ºpasso- distribuição dos computadores aos professores formadores( para que possam contactar previamente com a ferramenta, relativamente à qual darão formação).
    2ºpasso- formação dos professores formadores
    3ºpasso- distribuição dos computadores aos professores ( para que possam contactar previamente com a ferramenta, relativamente à qual receberão formação).
    4º passo- formação dos professores.
    5º Entrega dos portáteis aos alunos e inicio da sua formação nesta ferramenta.
    Pois caso não tenham percebido o processo implementado está invertido e a má vontade é dos professores não é.

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